quarta-feira, 2 de agosto de 2017


Previsível mas fantástico, Julho foi (muito) musical. Mas não foi só de (boa) música que este mês ficou registado. Certo, o tempo por aqui não foi o mais fiel ao verão, mas todos os meus dias foram muito luminosos e cheios de momentos e detalhes que tornaram Julho absolutamente especial. Espero conseguir passar-vos esta alegria e energia!




Já tinha umas sapatilhas brancas, que adorava. Eram as minhas preferidas, tinham um toque diferente e combinavam com tudo. Mas cometi o erro de as levar para Cuba, há precisamente um ano. O calor tropical não só destruiu uma capa de telemóvel como também as sapatilhas que adorava. Tive de me render a outras e estas Stan Smith foram a minha escolha. Brancas e versáteis, como eu adoro, mas com estes pormenores a camurça e nesta cor azul acinzentado, que eu acho que combina com quase tudo no meu guarda-roupa. Foram as minhas queridinhas nas noites frescas e nos passeios com os patudos, acho que são tão Inês!



Este macacão, da Pull & Bear, foi um achado dos saldos que eu adorei e que envolveu uma certa dose de coragem por causa... Do decote. Eu admiro muito todas as mulheres que têm confiança suficiente para usar decotes mais arriscados e ousados. Talvez, para elas, este macacão não tenha um decote assim tão ousado - há decotes mais ousados, sem dúvida -. Mas, para mim, isto envolve um enorme passo de confiança comigo mesma. E a verdade é que usei e abusei deste macacão, ao longo de Julho, e fiquei muito feliz por isso. As mangas em balão dão-lhe um toque romântico e abrigam um pouco os braços, à noite. E o pormenor das tiras no decote faz toda a diferença para ficar um visual mais único. O macacão não é só um favorito de roupa mas também de um grande sim! à minha confiança, por ter vestido - mais do que uma vez! - uma peça diferente e fora da minha zona de conforto e que me fez sentir bonita, na dose certa de sexy e confiante!



Eu acredito firmemente que o vermelho é a cor da mulher. Talvez tirando o preto, não há cor que seja tão harmoniosa com qualquer fisionomia; quer pelo contraste bonito que fica nas peles claras ou pela fusão quente com peles mais escuras, em loiras, morenas ou ruivas, o vermelho é uma cor feminina que grita beleza em qualquer pessoa. É muito considerada uma cor ousada, mas há muito tempo que deixei de ter medo de usar o que gosto, nos cortes que gosto ou nas cores que aprecio (se me sentir confortável em todos estes parâmetros) e o vermelho é uma cor que me faz sentir bonita.
Este body muito básico, da Pull & Bear, fez as minhas delícias, este mês. Tem tudo aquilo que procurava; o vermelho é num tom mais aberto, com um sub-tom alaranjado que eu acho que combina muito bem com os meus (vestígios) de bronze e tem o corte que idealizava. Queria um design muito simples, muito básico mas marcante e as costas abertas respondem ao meu pedido e tornam esta peça muito simples num body que me faz sentir confiante, viva e bonita. Não podia pedir mais.



Meus caros, se há coisa que aprecio é descobrir coisas que facilitem a nossa vida, especialmente no que toca a higiene. E não podia deixar de partilhar uma das coisas mais úteis que já encontrei a nível de higiene oral. Chamam-se flossers, e são incríveis.
Eu gosto de chamar isto de pequenas fisgas que têm fio dentário e que facilitam esta parte do cuidado interdental. São óptimas por serem muito mais práticas e higiénicas do que o comum fio dentário. Detestava sentir a circulação dos meus dedos a perder-se por enrolar o fio, passava os meus dedos pelo fio todo e ficava uma autêntica confusão. Com estes flossers, só tenho de segurar a pega e pronto, é só passar. Muda-a-vossa-vida. No final da pega têm ainda uma ponta bem fininha para poderem aperfeiçoar a limpeza.
Pelo que vi, já existem várias marcas de higiene oral a comercializar este tipo de flossers, mas eu tenho escolhido os do Continente, que até vêm com uma bolsinha para levarmos alguns na mala, no caso de uma emergência. E, acreditem, já socorri uns quantos sorrisos de alguns amigos graças a estes amiguinhos escondidos na minha bolsinha da mala.



E agora que já partilhei convosco o que eu adoro para cuidar do meu sorriso, partilho também a cor que eu mais gostei de usar nos meus lábios, este mês. Com o verão no seu auge e com a pele num tom mais bonito, adoro apostar nos tons mais rosados e vermelhos. Se no mês passado confessei o meu amor pelo vermelho Raspeberry Kiss, este mês o favoritão foi o 18 - Dolce Vita, da Cien. É um rosa muito queimado e fechado, quase cor de vinho e que fica de arrasar em peles bronzeadas. Sempre que o uso, sinto que enalteço os pormenores do meu rosto que mais gosto e que chamo a brisa quente e as luzes douradas da Happy Hour. A fórmula é muito cremosa e - surpreendam-se - sobreviveu a um almoço. Uau!

A hora de almoço por Lisboa gritou por uma refeição bem animada na melhor companhia e o escolhido foi o Bun's, que se tornou um favorito do mês. Os preços de menu são muuuuito simpáticos e bem mais baixos que o padrão Lisboeta, as quantidades são absurdas, os sabores são incríveis e é uma das hamburguerias recomendadas na Rota do Hambúrguer. Eu pedi o hamburguer Queijo e ainda hoje sonho com ele.

Outros - e igualmente importantes - sabores a destacar foi o maravilhoso jantar na marisqueira Ribamar, com o remate perfeito de um caldo de camarão que fez o meu coração sentir-se aconchegado, o frango à la Diogo que eu já não comia há imenso tempo e morria de saudades, o bolo de iogurte que eu e a minha mãe fizemos e cujo o sabor é inigualável porque tem ali um ingrediente de amor de mãe e filha inimitável e a gulosíssima Panna Cotta que a minha mãe preparou e que foi a estrela depois de jantar, nas noites quentes em que podíamos desfrutar da mesma na varanda.

A minha querida edição especial do Harry Potter. Os meus olhos brilharam quando veio parar às minhas mãos. É um exemplar que, se são tão fãs da saga como eu, vão querer muito ter! E eu já contei tudo o que podem encontrar nele nesta publicação, que vale a pena ver!
Este mês houve uma maratona dedicada a Harry Potter, mas sobre essa saga maravilhosa já tanto disse e recomendei, tanto explorei e confessei... Não é só uma saga que pertence ao meu coração, também pertence ao vosso.

Mas um dos filmes que, sem dúvida, atingiu o topo do meu pódio, este mês, foi To The Bone, que aborda o tema da anorexia nervosa de uma forma absolutamente diferente de tudo o que já tinha visto, até à data. É um filme forte mas muito equilibrado e jovial e eu achei que - ao contrário de 13 Reasons Why, perdoem-me os grandes fãs - foi extraordinariamente bem conseguido a nível de mensagem. Nesta publicação, partilho, com mais pormenor, convosco a história e alguns detalhes que eu achei fundamentais para gostar tanto deste filme. Vale muito a pena.



Assim que vi a publicação da Carolina, sabia que tinha de participar. Por variadíssimas razões, a começar pelo facto de eu ainda escrever postais para os meus amigos, quando vou a algum lugar - acho que devo ser das poucas da minha geração que tem as moradas dos amigos escritas na agenda. Quem é que hoje em dia sabe ou deixa de saber a rua, número da casa ou código postal? Pois eu sei, à conta deste hábito -, portanto, a ideia de receber um postal obviamente que me entusiasmava. Eu gosto da sensação familiar que é escrever para alguém. Depois, porque é a Carolina, a pessoa com quem mais me identifico na Blogosfera, que acompanho desde que os Diplodocos vagueavam pela Terra e por quem torço imenso pelo seu sucesso - em tudo! - e tenho um carinho enorme. Não seria um postal de uma blogger qualquer e isso comprovou-se quando recebi o meu, com um tema completamente Inês e uma mensagem que sei que foi escrita com o coração na ponta dos dedos e com os votos mais sinceros. E, quando é assim, a emoção é indescritível. Aconteça o que acontecer, a blogosfera fez parte da minha vida - durante um largo período de anos - e as pessoas que mais me marcaram por aqui eu nunca esquecerei (mesmo que, por obra do acaso, deixemos os nossos cantos e nunca mais saibamos uns dos outros). A Carolina é uma dessas pessoas e está ali, no meu especialíssimo quadro de cortiça (para onde estou a olhar) a fazer do seu postal uma forma muito amorosa de dizer que fizemos parte deste projecto louco que é escrever um blog. Obrigada por isso!

Com todo o entusiasmo e fascínio, marquei presença na exposição sobre Van Gogh e deslumbrei-me ao pormenor com a sua técnica, com o ambiente que se alterava com as cores das telas, com a música que o acompanhava e as citações que inspiravam. Podem saber muito mais sobre a visita, nesta publicação.

Os festivais foram um dos pontos altos deste mês. Já falei sobre os dois dos quais marquei presença mas sinto sempre que não conseguirei transmitir o suficiente o quanto eu fui feliz a riscar da lista dos sonhos tantos artistas que queria assistir ao vivo, presenteando-me com concertos extraordinários. Surpreendentemente, a playlist deste mês é bem curtinha, mas não menos especial. Fiz questão de deixar na playlist as faixas que mais gostei de ouvir ao vivo de cada artista, mas ainda podem encontrar a A L I E N S dos meus amados Coldplay, que adorei, uma surpresa relaxante e maravilhosa para tomar o pequeno-almoço ou ver as ondas do mar em dias nublados (Yoste-Moon), Lana Del Rey, Foster The People, entre outras batidas mais verosímeis que combinam sempre com os dias de calor e as amigas contentes.



Julho foi um mês muito especial e recheado de momentos bons, que eu vou querer recordar para sempre por me aquecerem por dentro. Começou com a Feira de S. Pedro e as minhas sucessivas idas com as amigas de sempre para comer coisas doces, escapar palpitações nas diversões e perder a noção do tempo a conversar. Foi o mês mais musical, com a minha ida ao Alive, onde assisti ao melhor concerto da minha vida ao lado do meu melhor amigo. De comer pizza de madrugada e de ir ao Super Bock cantar, a plenos pulmões e de coração na boca, London Grammar. 

Em Julho, fiz uma competição de nhecos enquanto me estreava no IC19, cantei alt-J no carro a altos berros, aventurei-me de carro pelas ruas de Lisboa e comi muitos gelados com o João e com a mãe. Fiz uma maratona de Harry Potter com as amigas de sempre: um sofá gigante, uma televisão ainda maior, um sem fim de comidas e mantas confortáveis para as sestas necessárias. O mês fica também registado pelas tardes com a mãe a fazer doces, pelas correrias no jardim com o João e com a Belka, pela aventura por S. João das Lampas para encontrarmos a mega privadíssima Praia da Samarra - e um sem fim de piadas previsíveis sobre The Ring -, seguida de uma mariscada com um caldo de camarão para aconchegar o final do dia.

Fui à exposição de Van Gogh e, finalmente, senti-me conectada com o artista. Tomei mais umas quantas decisões importantes a nível profissional, dividi aros de cebola e batatas fritas com a Raquel e tive conversas de chorar a rir com a Joana.

Desfrutei dos raios de Sol de Tróia e das suas águas calmas e contrastantes a Santa Cruz. Ensinei o João a dar cambalhotas e a fazer a roda sem largar a base do papagaio e sem ele perder altitude. Participei em quatrocentos almoços de família, todos eles sem pretexto porque a gente gosta mesmo é de se reunir constantemente e matar saudades que não conseguem chegar a existir. E Julho fica também marcado por acontecimentos mais simples, mas muito bons também; pelos passeios nocturnos de cães com a Bea, seguidos de conversas no café, pelo primeiro passeio na cidade com a Belka - que se portou muuuuuito bem -, pelo jogo do sério com o Diogo e, para terminar o mês em grande, o regresso a uma tradição de jantar com uma vista extraordinária combinada de conversas incríveis.
Obrigada à minha família, porque na companhia deles os meus dias têm sempre mais luz, mais amor, mais empatia, mais segurança. Eles são o ninho ao qual regresso sabendo que, nele, estão abraços, picardias inevitáveis e um tremendo carinho.
Mas, em especial, obrigada, mãe. Por saberes sempre, sempre, sempre o que me dizer. Por nunca cortares as minhas asas e por me ensinares como voar. Por me lembrares que sou a Inês, capaz de milhões de coisas. Por me lembrares sempre de tudo o que lutei e conquistei quando estou num dia em que só me lembro das derrotas. Por seres a casa da qual nunca irei sair.

Obrigada, Belka. Colas todos os bocados divididinhos do meu coração com a tua doçura e melancolia. Obrigada por me fazeres sentir muito útil, muito amada, muito querida, muito necessária. Por confiares em mim para te proteger e por me escolheres como abrigo quando um som te assusta. Por recuperares sempre a coragem quando falo contigo e explico que não é nada de mal. Por trazeres todas as cores do arco-íris à minha vida. E quem acha isto um exagero, nunca teve um parceiro de quatro patas.

Obrigada, Bea. Porque, contigo, é sempre tudo simples, divertido e familiar. Porque podemos falar sobre os assuntos mais absurdos e discutir sobre o que realmente importa. Porque nunca perco o sorriso quando estou contigo, porque nunca nos falta motivos para rir e contar piadas uma à outra. Porque alinhas sempre em tudo e temos aqueles tiques de gémeas. Porque me dás sempre espaço para ser completamente eu mesma, em todas as minhas facetas e feitios. Sabemos sempre quando algo correu bem ou mal só pela forma como gargalhamos porque, de qualquer das formas, nós vamos rir.

Obrigada, Diogo. Por nunca me receberes em Sintra como convidada mas sim como alguém que regressa a casa. Por teres dividido comigo o melhor concerto de sempre com tanta energia. Obrigada por toda a atenção. Porque é tão fácil ser completamente honesta contigo em absolutamente tudo e por sentir que também o és em absoluto comigo. Pelo favorzinho que me fizeste enquanto passeámos a Belka (duas vezes, vês como não me esqueci?). Por me fazeres as bochechas doer de tanto rir, mesmo quando jogamos ao sério. Por alinhares na minha dança da abóbora de Halloween e por manteres tradições que fazem tão bem à (nossa) alma. Obrigada pela tua amizade e pela tua lealdade. Unha com carne - até quando tentamos passar vergonhas um ao outro!!! -. Obrigada por olhares para mim e veres uma Inês tão incrível que até me custa acreditar - por vezes - que sou mesmo eu.

Obrigada, Joana. Eu gosto tanto de ti e dessa tua sinceridade sem paninhos quentes, mas que vem sempre a transbordar de cuidados por quem cativas. Obrigada por pensares em mim e por quereres sempre o melhor para mim. Por te preocupares sempre em ver-me feliz, bem resolvida e segura das minhas decisões, por fazeres sempre questão de confirmar que estou bem. Por seres essa miniatura carismática com as histórias mais mirabolantes e que me fazem esquecer as horas. Por confiares tanto nos meus julgamentos e por me considerares um porto seguro. No fundo, estamos ciclicamente a proteger-nos uma à outra.

Obrigada, Raquel. Porque dizes sempre que sim quando te pergunto "alinhas?". Porque és a minha amiga dinossaura, que me conhece de ginjeira e sabe sempre as perguntas certas que tem de fazer. Obrigada por me acompanhares naquele desafio e por seres sempre tão doce e encorajadora comigo. Sabes sempre como me fazer sentir que estou a dar o passo certo, que estou a tomar a melhor decisão. Sabes sempre destacar a confiança que está dentro de mim e sou muito grata a ti por isso. Porque és a amiga que torce, que bate palmas, que me diz para levantar se cair, que me lembra que consigo. Porque, se puderes, vais comigo até ao fim do mundo, só pelo simples facto de que te convidei. E isso é um dos gestos de amizade entre mulheres mais bonitos e que eu tenho o prazer de dividir contigo. És preciosa.

15 comentários:

  1. Existem mil e uma publicações do género, em todos os finais de meses. Porém, são sempre os teus Favoritos que eu mais gosto de ler e que me enchem o coração de uma forma indescritível! Mereces o melhor e, por isso, saber que estás bem e que tens imensos momentos docinhos e vitórias a guardar em cada mês deixa-me feliz.
    Beijinho*

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  2. Os teus favoritos são sempre qualquer coisa de mágico. Adoro. Adoro as sapatilhas, adoro o livro, adoro tudo :)

    TheNotSoGirlyGirl // Instagram // Facebook

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  3. Inês, muito obrigada pelo destaque tão bonito. Adorei que tivesses aderido à iniciativa - obrigada por me deixares enviar-te um postal :)
    fico genuinamente feliz por saber que gostaste!

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  4. As sapatilhas são mesmo a tua cara!! E eu já começo a associar o vermelho a ti, não sei explicar porquê...

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  5. Nunca tinha visto favoritos deste género e adorei!! Tenho muita curiosaidade de ver Harry Potter, mas nunca vi :o Adorei que partilhasses essa tua descoberta no continente! Obrigada por ires facilitar a minha vida! Adorei o teu blog :) A seguir <3 https://bolacha-mariaa.blogspot.pt/

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  6. Desculpa o pequeno e desinteressante desabafo... mas ADORO o facto de seres a única blogger que vi até hoje que mostra nos favoritos uma marca de comésticos de um supermercado. Não é muito comum, as bloggers ou mostram parcerias, ou mostram maquilhagem que custam os olhos da cara.

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  7. Fico sempre tão feliz quando dizes que envergaste algo fora da tua zona de conforto e que te sentiste bem. O macacão deve assentar-te perfeitamente e o body é mesmo bonito, tínhamos nós falado do vermelho, esse tem um tom ideal...
    Já conhecia esta alternativa ao fio dentário e sou fã, porque, como dizes, é mesmo prático e mais higiénico.
    Acho belíssimo como descreves os momentos que te aconchegam o coração e as pessoas que te surpreendem sem querer. É mesmo incrível, pois, sinto-me envolvida por estas sensações e não consigo evitar ficar de sorriso na cara.
    Um beijo enorme, Inn, porque, em Julho, fizeste-me reflectir de uma forma tão grande que é impossível transmitir-te seriamente.

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  8. Inês, queria tanto pedir-te para começares a partilhar mais fotografias dos teus outfits! Sigo-tenho insta e quando metes fotos tuas em que se vê parte do que vestes fico sempre contente porque posso inspirar-me, mas como raramente são fotos de look completo, sabem a pouco. Já sou tua seguidora há algum tempo e sei que não és dada a publicações de outfits mas podias, pelo menos só nos Favoritos publicar fotos contigo a conjugar as peças? Ou então um Instastory, nem precisa de ser foto mesmo. Não é uma crítica, pensa só na ideia. É que tu és a blogger com o estilo mais parecido com o meu é inspiras-me sempre a arriscar em roupas que de outra forma nem ia pensar em usar, mas que combinas de uma forma sempre gira. Obrigada, adoro mesmo muito muito o teu blogue!

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    1. Obrigada pela sugestão. É algo que também tenho vindo a pensar fazer, vou esforçar-me para que aconteça :)

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  9. Inês, um dia destes podes partilhar a famosa receita de chá com leite pfv? Já experimentei uma vez mas não me cativou a 100% mas não tenho a certeza se meti a quantidade certa de leite ahaha

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    1. Achei adorável a "receita de chá com leite" :b
      Isto é tão simples que nem sequer pode ser chamado de receita mas fazes o chá preto (tem de ser um chá preto, caramelo ou earl grey. Nos outros tipos de chás não sabe bem e, normalmente nesses junta-se gotas de limão)
      Se gostas muito de leite e bebes chá em canecas grandes, é só meteres uma colher de sopa cheia de leite. Se bebes em canecas pequenas e não és tão apreciadora de leite, junta só uma colher de sobremesa cheia.
      Isto não tem ciência, regra ou receita nenhuma, estou a partilhar contigo as quantidades que eu ponho. O segredo é juntar a gosto. Bons chás ;)

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    2. Muito obrigada :)

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  10. os teus favoritos são sempre de meter inveja ;)

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